
A sensação de poder participar de eventos tão grandiosos como as simulações propostas pelo NUMOSES é inexplicável. O que posso dizer é que participar dessas simulações para mim é fazer parte de uma parcela da população que apesar de ainda ser pequena tem um poder influenciador enorme. Nelas decisões são tomadas e uma marca é deixada na história. Minha primeira simulação não foi diferente, porém foi realmente impactante, me senti pela primeira vez responsável por algo maior do que eu mesmo, uma nação. Nada na simulação era falso, o compromisso e seriedade foram meus principais aliados. Ao longo do percurso que durou quatro dias bem cansativos, uma grande “avalanche” de desafios deviam ser resolvidos e para isso não existia outra coisa a não ser esforço. O esforço não era algo negativo nem mesmo entediante, era na verdade manter o foco e criar metas para poder melhor tomar minhas decisões. No fim o sentimento era de “quero mais”, queria enfrentar desafios maiores e aprender mais nesses ciclos. Essas são as partes de um processo repetitivo que traz cada vez mais informação para seu repertório e desperta cada vez mais o seu desejo pelo conhecimento. Hoje vejo a importância de transmitir essa ideia, fazendo com que mais pessoas possam sentir o que eu senti e repassar suas próprias experiências para o mundo.
Participar hoje dessas simulações deixou de ser “brincar de gigantes” para realmente entrar no mundo das relações internacionais e “motivar gigantes”.
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